quinta-feira, 7 de maio de 2015

Sorria, você está sendo filmado!

 “Sorria, você está sendo filmado”, filme de Daniel Filho, foi inspirado no filme “Morte de um Homem nos Bálcãs” (2012), do sérvio Miroslav Momcilovic e narra a história de um suicídio, num único plano de 80 minutos, como se o ponto de vista fosse uma webcam que somente o suicida sabia que estava ligada, dando para o espectador a sensação de estar assistindo a tudo da janela. O filme expõe a cômica reação de vizinhos e outros personagens diante do cadáver, até que a descoberta da presença da câmera gera uma mudança de comportamento.  Aramis Trindade interpreta o faxineiro carioca Damião. O experiente Daniel Filho é responsável por levar mais de 25 milhões de espectadores aos cinemas brasileiros com os sucessos de bilheteria como “Se Eu Fosse Você 1 e 2″, “A Partilha” e “Confissões de Adolescente” e realizou este filme de baixo orçamento em apenas dois dias com uma só câmera em plano fixo. Com roteiro de Daniel Filho e Fernando Ceylão, o filme  reúne no elenco atores como Susana Vieira, Lázaro Ramos, Deborah Secco, Aramis Trindade, Kika Freira e outros antigos parceiros de Daniel no cinema e televisão, além de Roberta Rodrigues, Marcos Caruso, Juliano Cazarré, Gustavo Pereira e Thiago Rodrigues, que pela primeira vez trabalham com o diretor. Parte das filmagens foi exibida pela internet, em tempo real. Os artistas tiveram apenas quinze dias para ensaiar antes do começo das filmagens. Uma câmera captou tudo o que aconteceu no set de filmagem, que foi exibido na internet por sistema live streaming, no site do filme.


série "Amorteamo"




terça-feira, 21 de abril de 2015

AMORTEAMO - Uma estória de amor tão forte quanto a morte

Alessandra Alves


“Amorteamo’ é uma série de Guel Arraes, Cláudio Paiva e Newton Moreno com direção geral de Flavia Lacerda e vai contar estórias de amor e morte com estética original em cinco misteriosos capítulos, a partir de 08 de maio de 2015. O enredo sobrenatural usa elementos de suspense e terror, misturando amor e morte em um melodrama onde os mortos voltam à vida com sede de vingança e explicação. Dois triângulos amorosos que escondem os segredos dos personagens principais irão agitar a trama.

Manoel e Cândida


Aramis Trindade e Guta Stresser trazem humor à primeira série de terror da TV Globo. O casal Manoel (Aramis Trindade) e Cândida (Guta Stresser) são donos do bar local e tem uma visão privilegiada dos acontecimentos da cidade, pois o estabelecimento fica perto do bordel e da igreja. Do irmão Jeremias (Bruno Garcia), Manoel herdou o bar, a mulher Cândida e uma peruca. Das três heranças a preferida é a Cândida! Ao contrário da esposa, uma conhecida fofoqueira local, Manoel é mais discreto.

“Amorteamo” tem uma atmosfera onírica, sombria, mostrando a fascinação pelo macabro numa abordagem sensível e com humor peculiar. A combinação cromática é cuidadosamente ajustada e envolvente.  Como nos primórdios do cinema expressionista, traz formas angulares, perspectivas distorcidas e fortes contrastes entre claro e escuro, luminoso e sombrio. Uma releitura do expressionismo na época de hoje. Uma estética nada naturalista, nada realista.

No elenco Jackson Antunes, Letícia Sabatella, Daniel de Oliveira, Guta Stresser, Aramis Trindade, Bruno Garcia, Gheusa Sena, Adelio Lima, Gustavo Falcão, Gillray Coutinho, Tonico Pereira, Maria Luisa Mendonça, Lívia Falcão, Isio Ghelman, Fabiana Gugli, Paulo de Pontes, Paulo Hamilton, Felipe Koury, César Cardadeiro, Pedro Sol Baêta, Giovanna Estafanio, Arianne Botelho, Marina Ruy Barbosa, Johnny Massaro.

“Amorteamo” tem também personagens populares narrando histórias de fantasmas que assombravam a região nordestina. A base do roteiro respeita os tempos e inspirações de Charles Baudelaire, passando por Augusto dos Anjos.

A caracterização é fantástica e um sofisticado trabalho de cenografia, produção de arte e figurinos foram criados para representar o Recife do início do século XX envolto por mistérios além do uso de muitos efeitos especiais mostrando um pouco do lado místico e das tradições do nordeste antigo. Ambientação de arrepiar!

A concepção musical é de João Falcão e do produtor Juliano Holanda.  Os dois trouxeram uma música contemporânea para uma série de época. Esse contraste traz uma sonoridade muito peculiar. É uma trilha sonora exclusiva que tem uma função quase narrativa.

Uma produção repleta de talentos pernambucanos; entre roteirista, diretores e trilha sonora estão Guel Arraes, Newton Moreno, Flávia Lacerda, João Falcão, Juliano Holanda. Já entre os atores estão Aramis Trindade, Bruno Garcia, Gheusa Sena, Adelio Lima, Gustavo Falcão, Lívia Falcão, Felipe Koury , Paulo de Pontes.

Mistura arretada de drama e humor. Nada é só obscuridade, sempre há espaço para a estória de amor. Nada é só drama, há espaço para o humor ácido da fofoca. Nada é só graça, sempre há espaço para o drama de humanos em busca de vingança e explicação. 

Amorteamo.

Amorteamo: veja as primeiras cenas da nova série



Romeu e Julieta, cordel de Ariano Suassuna - Circuito Escolar e Alternativo


A peça é em forma de cordel que valoriza a cultura popular revivendo um dos mais lindos momentos da obra de Ariano Suassuna. A peça tem 40 minutos e 02 atos. No primeiro ato um monólogo de 20 minutos onde o ator Aramis Trindade dá vida e emoção ao poema de 92 sextilhas acompanhado por uma viola de 12 cordas e flautas. No segundo ato, Aramis "incorpora" Ariano Suassuna III, que interage com o público e conversa sobre cultura popular, a literatura de cordel, o Movimento Armorial, Suassuna e Shakespeare, e contando “causos jocosos” de sua vida em mais 20 minutos.


Acontece em ambientação Armorial, com direção e texto de Aramis Trindade, cenografia e identidade visual de Manuel Dantas Suassuna, direção musical e música original de Zé da Flauta, figurino de Luciana Buarque, iluminação de Beto Trindade, Direção de Produção de Alessandra Alves, Produção Executiva de Hélio Rodrigues e Produção da Marina de ideias Produções. 




 O projeto oferece uma interação da adaptação, da interpretação do cordel, da imitação genuína compartilhando conhecimento, tristezas e alegrias.



PE TV

   NE TV

contato@marinadeideiasproducoes.com.br 
alessandra@marinadeideiasproducoes.com.br 



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Teodore Roosevelt

" É bem melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfo e glória, mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com pobres de espírito, que nem gozam muito, nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota"


Teodore Roosevelt

terça-feira, 6 de setembro de 2011

De cada ser

"Sou composta por urgências: 
minhas alegrias são intensas; 
minhas tristezas, absolutas.
Me entupo de ausências, 
me esvazio de excessos.
Eu não caibo no estreito, 
eu só vivo nos extremos." 

Clarice Lispector

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

VORTICE DANCE COMPANY


O país das maravilhas que estes portugueses vem construindo ao longo do tempo é um projeto ambicioso. Um pólo de artes, intercâmbio, descentralização da cultura, a democratização do acesso e a internacionalização.
A Vortice Dance Company surgiu quando Rafael Carriço e Cláudia Martins se conheceram na Escola Superior de Dança de Lisboa. Posteriormente, ambos foram convidados para ingressarem no elenco da Cia Portuguesa de Bailado Contemporâneo e começou a surgir neles um interesse em coreografar e criar suas próprias peças. Foi a partir daí que resolveram sair da Cia e se aventurarem num percurso além fronteiras.
Participaram de muitos festivais e concursos. Venceram alguns importantes prêmios coreografando e foi um ótimo lançamento para o que é o Vortice.Dance hoje.
O público e a crítica , percebe e respeita a qualidade do trabalho da Vortice Dance Company.
Em Portugal a Vortice Dance Company é um ótimo exemplo de descentralização da cultura.
“O “Soliloquy about wonderland” estréia no Brasil em novembro de 2011
O processo criativo iniciou-se em Estocolmo, no Ritz Theater na Suécia, onde Cláudia e Rafael tiveram residência artística.
Fizeram uma primeira apresentação na Dinamarca, em Copenhagen, uma peça inicial de 15 minutos e viram que tinha todo o potencial para ser uma peça única.
“Todos nós temos muitas idéias e muitos pensamentos que nunca colocamos para fora, que ficam dentro de nós e que temos que abordar, sejam alguns aspectos políticos, alguns aspectos ambientais, mesmo emocionais. O que queremos dizer é que esses solilóquios, esses discursos que todos na sociedade temos atualmente e que ficam dentro de nós, acho que é essa comunicação em rede, acho que nós temos que comunicar.” Cláudia Martins

Dança, música, texto e meios audiovisuais por um mundo melhor.


Cia de dança contemporânea portuguesa Vortice.Dance estréia no Brasil em novembro de 2011 com o espetáculo “Soliloquy about wonderland”.
Dança, música, texto e meios audiovisuais por um mundo melhor.
O espetáculo “fala” dos solilóquios, que não são mais do que discursos para nós próprios. “Soliloquy about wonderland” expressa a inevitabilidade da morte, sentimentos de solidão, problemas do coração, questões ambientais com muita plasticidade, tecnologia, talento artístico, emoção e imaginação. Apresentam-se em 03 capitais brasileiras depois de passar por 15 países.
vór.ti.ce sm (lat vortice) Turbilhão, redemoinho, furacão, voragem. Redemoinho que pode surgir numa corrente de água.
A jovem Cia Lusa formada por experientes bailarinos mostra um espetáculo assinado pelos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, que criaram a Cia em 2002e interpretado pela VORTICE.DANCE, cujo trabalho tem sido reconhecido e premiado internacionalmente, pela critica e pelo público no Japão, Suíça, França, Finlândia, Mônaco, Romênia, Itália, Hungria, Espanha, Látvia, Marrocos, Macedônia, Luxemburgo, Bélgica e Portugal.
SOLILOQUY- solilóquio ou discurso solitário-about – sobre o paraíso, retrata muitas situações do cotidiano aos quais todos nós reagimos instintivamente e de maneira semelhante. São coisas da vida sobre as quais alguém já falou em um discurso perdido, em algum lugar, e que ficaram por isso mesmo.
A inevitabilidade da morte, sentimentos de solidão, problemas do coração,questões ambientais, situações que não seriam fatais se simplesmente fossemos capazes de ouvir... Durante o espetáculo, o público desfrutará de momentos verdadeiramente intimistas, contrastantes com outros momentos de puro prazer,em que os personagens vestem-se de glamour num ambiente noturno e de festa.
Trata-se de uma metamorfose que poderá ser vista como uma terapia, alternativa às desilusões e à incapacidade de, sozinhos, suplantarmos a tristeza do mundo. Mesmo assim, há sempre uma esperança, uma luz que se mantém acesa mesmo debaixo da chuva intensa.
Músicas de Phillip Glass, Maurice Fulton, Eric Satie, Kronos Quartet, Daft Punk, Nino Rota, Oswaldo Farrés, Camille Saint-Sans, Arvo Part, Billie Holiday, Claude Debussy, Charles Chaplin.

terça-feira, 19 de julho de 2011

"Discurso solitário sobre o paraíso" por Vortice Dance Company



SOLILOQUY-solilóquio ou discurso solitário - about the wonderland - sobre o paraíso -, retrata muitas situações do cotidiano às quais todos reagimos instintivamente e de maneira semelhante.

São coisas da vida sobre as quais alguém já falou em um discurso perdido, em algum lugar, e que ficaram por isso mesmo.

A inevitabilidade da morte, sentimentos de solidão, problemas do coração, questões ambientais, situações que não seriam fatais se simplesmente fossemos capazes de ouvir...

Durante o espetáculo, o público desfrutará de momentos verdadeiramente intimistas, contrastantes com outros momentos de puro prazer, em que os personagens vestem-se de glamour num ambiente noturno e de festa.

Trata-se de uma metamorfose que poderá ser vista como uma terapia, alternativa às desilusões e à incapacidade de, sozinhos, suplantarmos a tristeza do mundo. Mesmo assim, há sempre uma esperança, uma luz que se mantém acesa mesmo debaixo da chuva intensa.




http://www.youtube.com/watch?v=h2cvNReHP5c&feature=fvst

A companhia Vortice Dance estreia no Brasil em novembro de 2011 com "Soliloquy about Wonderland", um espetáculo que cruza dança contemporânea, multimedia e utiliza mais de duzentos litros de água em cena.

O Grande Ditador - Charles Chaplin

"Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar – se possível – judeus, o gentio... negros... brancos. Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: “Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.
Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!
Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou grupo de homens, ms dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de faze-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos!"
http://www.youtube.com/watch?v=h2cvNReHP5c&feature=fvst

sábado, 15 de janeiro de 2011

Who I Am? Elvis Presley


Do you know who I am
Have you have any idea who I am
Yes it's been quite a while
And it's so good to see you again
It's so dark in this place
That I can't see your face
May believe Oh I see
Does he know who I am
And what once was between you and me
Do you know how I tried
Have you any idea how I tried
Not to keep you in sight
Do you know darling how much I cried
I remember you said
That you had to forget about me, and be free
Do you know who I am or have you forgot about me
Do you think there's a chance
You and I could start over again
Is there a prayer you still pray
Or has it just been too long and we're through
Well, what about you and him
Oh he's only a friend
Well I see there's still a chance for me
Well maybe some other time, in some other place
With our love in your heart and a smile on your face
You will know who I am
When that time comes you'll know who I am
You will know who I am
When that time comes you'll know who I am
You will know who I am
When that time comes you'll know who I am

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

SER FELIZ

QUERO TUDO E QUERO JÁ !

Quero beijos sinceros e apaixonados!
Quero olhares profundos e translúcidos!
Quero viagens inesquecíveis!
Quero filmes e filmes!
Quero praia, trilha, cachoeira, quero pés descalços !
Quero músicas da nossa época, quero música de boa de qualquer época!
Quero carinho, cafuné e colo!
Quero amigos loucos e felizes!
Quero banho de chuva!
Quero a melhor filha do universo comigo!
Quero cuidar e ser cuidada!
Quero sonhos se realizando!
Quero dinheiro no bolso!
Quero sashimi, pizza, chocolate e coca-cola!
Quero estar rodeada de gente alegre e inteligente!
Quero mar, quero vento, quero sol, quero água de coco!
Quero me jogar, quero voar!
Quero romance, quero sedução, quero amizade e quero companheirismo!
Quero trabalhar, quero descanso!
Quero abraços, muuuuuiiiitos abraços!
Quero apreciar as belezas da vida!
Quero livros com estórias e conteúdo que jamais imaginei!
Quero ouvir música alta e dançar até cansar!
Quero sexo seguro, puro e fogoso!
Quero estar em êxtase e fazer estar em êxtase!
Quero dormir até acordar!
Quero voz ao meu ouvido a cochichar!
Quero quem está longe de volta!
Quero adrenalina, suspense, aventura!
Quero uma marina de idéias!
Quero conhecer muita gente e me apaixonar pelo jeito de cada uma!
Quero cantar desafinadamente no chuveiro!
Quero preparar comidas deliciosas!
Quero chorar de rir!
Quero toque, pele, quero química, desejo!
Quero eventualmente bom vinho e bom champanhe!
Quero noites de lua!
Quero o vento a soprar os meus cabelos a beira mar!
Quero a presença da compreensão!
Quero a felicidade em pequenas coisas!
Quero viver de amor!

QUERO SER FELIZ E TEM QUE SER AGORA !

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Termo CULTURA

A noção mais antiga sobre o termo CULTURA é aquela que opõe os objetos culturais aos objetos naturais. Essa idéia deriva da evolução remota da filosofia na Grécia antiga, do momento em que Sócrates, ou Platão pela boca de Sócrates, abandona a tradição dos filósofos da natureza de se preocuparem exclusivamente com a explicação do mundo físico e passa a polemizar com os sofistas sobre o homem e a sociedade.

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The older notion of the term culture is one that opposes the cultural objects of natural objects. This idea comes from the remote development of philosophy in ancient Greece, the time at which Socrates, Plato or the mouth of Socrates, abandon the tradition of the philosophers of nature focus only on the explanation of the physical world and begins to quarrel with the sophists on man and society.

A teoria de Danto



A teoria de Danto interpreta as transformações ocorridas na arte a partir da década de 60, mais especificamente com o surgimento da arte pop. Segundo Danto, o modo de produção da arte pop, preconizado por Duchamp, consiste na transfiguração do banal: objetos comuns apresentados como arte. Esse tipo de procedimento, generalizado na contemporaneidade, tornou ainda mais tênues os limites entre arte e vida - que já tinham sido colocados em questão pela arte moderna - pois esses objetos banais transfigurados em arte são visualmente iguais aos objetos que permanecem como não-arte (a lata de sopa da galeria é a mesma do supermercado). A questão que se põe é: se os objetos são iguais, por que um é arte e o outro não? Para responder a essa pergunta, Danto (re)elabora noções como mundo da arte, percepção/interpretação, experiência estética e fim da arte. A polêmica idéia de um fim da arte não significa a morte da arte, mas sim o fim das restrições históricas à criação artística e mais especificamente o fim de uma era da arte: a era da estética. SERÁ?
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Danto's theory interprets the changes occurring in the art actions from the 60's, more specifically with the rise of pop art. According to Danto, the mode of production of pop art, recommended by Duchamp, is the transfiguration of the banal: ordinary objects presented as art. This type of procedure, widespread in contemporary times, became even ... Ver maismore blurred the line between art and life - had been brought into question by modern art - as these banal objects transfigured into art is visually identical to the objects that remain as non-art ( a can of soup of the gallery is the same as the supermarket). The question that arises is: if the objects are equal, why one is art and another not? To answer this question, Danto (re) develops notions like the art world, perception / interpretation, aesthetic experience and end of art. The controversial idea of an end of art does not mean the death of art, but the end of historical constraints to art and more specifically the end of an era of art: the age of aesthetics. ???


sábado, 12 de dezembro de 2009

"Para onde vão os peixes dourados "

“Magnólia é alguém comum. De vida regrada, trabalho consistente, rotina metódica, resumindo: sem nada de interessante. Num certo dia, sem motivo aparente. Magnólia começa a receber peixes dourados pelo encanamento de seu apartamento.”



segunda-feira, 18 de maio de 2009

"Zambo" - Grupo Experimental

Um marco na história do Grupo Experimental, Zambo é Também um retrato de uma época e, mais especificamente, tradução em dança de um movimento que revolucionou o entendimento de cultura: o Manguebeat. No cerne dessa ideologia estético-musical, criada e liderada pelos músicos Chico Science e Fred 04, estava a idéia de uma produção artística que fosse ao mesmo tempo local e universal. Para isso, o acústico regional da forte percussão típica dos maracatus e outros ritmos tradicionais do manancial cultural popular pernambucano se uniram aos elementos eletrônicos do rock e outras referências importadas. No manifesto que regia o carangueijo típico dos manguezaais recifences ganhou uma antena parabólica e passou aser símbolo dos ideais de toda uma geração.


terça-feira, 5 de maio de 2009

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Blow Up e outras histórias de Julio Cortazar



Das muitas maneiras de combater o nada, uma das melhores é tirar fotografias, atividade que deveria ensinar-se muito cedo às crianças, pois exige disciplina, educação estética, golpe de vista e dedos seguros. Não se trata de espreitar a mentira como qualquer repórter, e apanhar o estúpido perfil da grande personagem que sai do n.º 10 de Downing Street, mas, de qualquer modo, quando se anda com a câmara tem-se o dever de estar atento, de não perder esse brusco e delicioso reflexo de um raio de sol numa velha pedra, ou a corrida com as tranças ao vento de uma garota que volta com um pão ou uma garrafa de leite. Michel sabia que o fotógrafo opera sempre com uma alteração da sua maneira pessoal de ver o mundo para outra que a câmara lhe impõe insidiosa (agora passa uma grande nuvem quase negra), mas não o desconfiava, sabedor de que lhe bastava sair sem a Contax para recuperar o tom distraído, a visão sem enquadramento, a luz sem diafragma nem 1/250. Agora mesmo (que palavra, agora que estúpida mentira!) podia ficar sentado no muro sobre o rio, vendo passar as barcaças negras e vermelhas, sem que me ocorresse pensar fotogràficamente as cenas, deixando-me simplesmente ir no deixar-se ir das coisas, correndo imóvel com o tempo. E o vento já não soprava.
(...)

in Blow Up e outras histórias de Julio Cortazar...